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  • 26/06/2020

Volta às aulas na rede municipal terá parecer da área da Saúde

Nesta semana o governador João Dória, divulgou as diretrizes para estabelecer o retorno às atividades nas escolas públicas e particulares de todo o estado de São Paulo. Conforme o plano anunciado, as aulas serão retomadas a partir de 08 de setembro, uma terça-feira, com uma série de condicionantes, a maior parte delas obedecendo as escalas fixadas no Plano São Paulo de retorno à normalidade.

Conforme aquilo que foi divulgado, o retorno vai abranger alunos do ensino infantil, fundamental, médio, superior e técnico. A principal condicionante é de que as aulas somente serão retomadas quando as 17 regiões do Estado estiverem na fase 3 do Plano São Paulo, a amarela, durante 28 dias. Atualmente quase todas estão na laranja e cinco, na vermelha.

O plano define ainda que somente 35% dos alunos de cada escola podem retomar as aulas presenciais. Além disso, a escola, e ou rede de ensino poderão escolher qual a clientela estará dentro desses 35% retorna primeiro. Isto porque o plano permite que haja rodízio de alunos. Outra hipótese é selecionar as turmas que teriam prioridade, como por exemplo permitir que apenas alunos do ensino médio voltem num primeiro momento.

Cercado de complexidade, o plano não passou despercebido da Secretária de Educação, Maria Elizabeth Briant de Mello, que se debruçou sobre ele juntamente com sua equipe pedagógica. Elizabeth já havia afirmado anteriormente que a volta às aulas na rede municipal iria se basear nas recomendações do governo estadual.

 

Inconvenientes

Só que o plano apresentado traz alguns inconvenientes para as escolas municipais, sendo o principal deles, a ausência de protocolos de como lidar com crianças matriculadas na pré-escola. Elizabeth lembra que mais da metade dos quase 6 mil alunos da rede municipal contempla este público. “Trata-se de uma clientela muito diferente daquela atendida dentro da sala de aula na rede estadual”, comentou a gestora.

Elizabeth enxerga dificuldades em executar o plano apresentado pelo governo de São Paulo

Ela enxerga dificuldades, por exemplo, de determinar comportamentos pré-fixados para crianças com idade a partir dos 04 anos, as quais, naturalmente não tem compreensão a respeito certas exigências. “Como vou dizer ou pedir para uma criança que está usando determinado equipamento que ela tem que se manter afastada do amiguinho, ou mesmo que não vai poder utilizar esse brinquedo?”, questionou.

Diante de tantas incertezas, Elizabeth revela que já iniciou uma rodada de conversas com a área da Saúde, para que a ajude a elaborar um plano alternativo que contemple as crianças da pré-escola. “Nosso plano será elaborado com base no parecer da equipe técnica da saúde. Não daremos um passo sem ter a certeza de que estaremos adotando a melhor solução, aquela mais segura para as crianças, pais e os colaboradores de cada escola”, defendeu.

 

 

 

 

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